DZ
Trilha Claude · Momento 2

/ dz estúdio · trilha de capacitação

TRILHA
CLAuDE

O QUE É

Quatro módulos para sair do chat e começar a construir. Um assíncrono, em casa, e três encontros de 90 minutos com o arquivo aberto.

PARA QUEM

Headz e as pessoas que receberam licença do Claude no Momento 2: estratégia, criação, atendimento e ativação.

O CONTRATO

A licença já é sua: ela vem antes da trilha, não depois.

M0 · assíncrono M1 · 90 min M2 · 90 min M3 · 90 min
M0 · assíncrono

/ módulo 0 · assíncrono · em casa · 1h30 a 2h

ANTES DE
COMEÇAR

Vamos evitar gastar tempo do treinamento instalando coisas. Siga as instruções desse documento, de prefêrencia até 2 dias antes do encontro. Se travar, chama o Armesto.

parte A

O terminal

O que é, como abrir, como rodar. Leia antes de instalar qualquer coisa — a parte B depende disto.

parte B

Contas e apps

Oito passos, em ordem, com todos os links. A ordem importa.

parte C

Leitura prévia

Dois textos curtos. É o que libera tempo de sala.

/ M0 · parte A

O TERMINAL, SEM (MUITO) SUSTO

Alguns passos da parte B pedem para rodar um comando no terminal. Se você nunca fez isso, cinco minutos aqui resolvem, e sem eles a parte B parece muito mais difícil do que é.

O QUE É

Uma janela onde você digita uma ordem em texto em vez de clicar num botão. É a mesma máquina, os mesmos arquivos, só uma porta diferente de entrar. Programador usa porque é mais rápido, e depois acelera muita coisa do Claude, evitando ter que instalar coisas manualmente. Dá um medinho no início, depois parece está no início ainda (mentira, logo acostuma).

Não tem nada de perigoso em abrir o terminal. O que exige cuidado é colar comando que você não sabe de onde veio. Nesta trilha, cole só o que está neste guia ou o que o Claude te der durante os encontros.

COMO ABRIR

Mac

Aperte ⌘ + espaço, digite Terminal e dê Enter.

Windows

Aperte a tecla Windows, digite PowerShell e dê Enter. Se aparecer “Terminal”, serve também.

COMO RODAR UM COMANDO

  • Cole o comando — ⌘V no Mac, Ctrl+V no Windows. Se não colar, tente o botão direito.
  • Dê Enter e espere. Um comando por vez.
  • Texto rolando é normal. Deixe terminar.
  • Acabou quando o cursor volta a piscar esperando você.
  • Não feche a janela no meio de uma instalação.
Deu erro vermelho? Isso é informação, não fracasso. Copie a mensagem inteira e cole no próprio Claude, perguntando o que significa. Ler mensagem de erro é metade da habilidade que esta trilha ensina.

E POR QUE VOCÊ INSTALA O APP E O TERMINAL

superfície 01

App desktop

A porta de entrada. Você aponta uma pasta e conversa. O Claude Code roda dentro do app — sem terminal nenhum.

superfície 02

Terminal · CLI

Onde se ganha autonomia: sessão longa, várias pastas ao mesmo tempo, comando que você repete. Mesma ferramenta.

A parte que costuma ser mal entendida. O poder de instalar coisa, mexer em arquivo e publicar não vem do terminal — vem do Claude Code, que executa comando na sua máquina nas duas superfícies. Quem habilita de verdade são os passos 4 e 5 da parte B: sem node e sem git instalados, “publica isso pra mim” falha igual no app e no terminal. A cadeia de ferramentas é o que dá o poder; a superfície é conforto.

Comece no app. Vá para o terminal quando o app começar a parecer apertado — e isso vai acontecer no M3.

M0 · parte A · o terminal leia antes de instalar

/ M0 · parte B

CONTAS E APPS

Faça nesta ordem, e use os links daqui — não procure no Google, é assim que se instala a coisa errada. O GitHub vem antes da Vercel e do Supabase porque é a conta que serve de login para as duas.

A conta do GitHub é particular, criada com o e-mail da DZ. Não é conta de empresa nem de organização. Ela é sua, e é dela que saem os logins seguintes.
1

Cadastro no Claude

Você vai receber um link por e-mail com o convite para a conta da DZ. Abra por esse link — cadastro feito por fora não entra na conta da empresa e não recebe a licença.

2

Confirme que a licença chegou

Entre no Claude pelo navegador e veja se o plano da DZ aparece na sua conta. Se não apareceu, avise o Armesto antes de seguir, já os passos seguintes dependem disso.

3

App Claude Desktop

Baixe e instale o aplicativo de computador. É a porta de entrada do modo code.

Baixe em claude.com/download — a página detecta se você está no Mac ou no Windows e oferece o instalador certo.

4

A cadeia de ferramentas · Node e Git

São as ferramentas que o Claude usa para trabalhar na sua máquina. Aqui você vai precisar do terminal — a parte A explica como.

Mac

Instale primeiro o Homebrew, seguindo o comando que está na página inicial de brew.sh. Depois, no terminal:

brew install node git gh

Windows

Três instaladores, nesta ordem. Todos por clique, sem terminal — aceite as opções padrão em todos:

Para conferir que deu certo, abra o terminal e rode:

node --version && git --version

Se aparecerem dois números de versão, está feito. Se disser “command not found” ou “não reconhecido”, feche e abra o terminal de novo antes de concluir que falhou — é o motivo mais comum.

5

Claude Code no terminal

A mesma ferramenta do app, na linha de comando. Instala igual nos dois sistemas:

npm install -g @anthropic-ai/claude-code

Depois entre numa pasta qualquer sua, rode claude e autentique no navegador quando ele pedir. Se quiser conferir a instalação oficial passo a passo: code.claude.com/docs/en/setup.

6

Conta no GitHub, com o e-mail da DZ

É onde o código e os arquivos de projeto vivem e ficam versionados. Conta particular, e-mail da DZ.

Crie em github.com/signup. Guarde a senha no cofre de senhas da casa, não no navegador.

7

Conta na Vercel — entrando com o GitHub

É onde a coisa que você construir vai para o ar.

Em vercel.com/signup, escolha “Continue with GitHub”. Não crie senha nova.

8

Conta no Supabase — entrando com o GitHub

Banco de dados, para quando a ferramenta precisar guardar coisa em vez de só mostrar.

Em supabase.com, escolha “Continue with GitHub”. Mesmo caminho da Vercel.

Travou em algo que pede permissão de TI? Pare e avise o Armesto.
M0 · parte B · contas e apps 8 passos

/ M0 · parte C

LEITURA PRÉVIA

Dois textos curtos. Nenhum deles vai ser lido em voz alta no encontro — o tempo de sala é para fazer, não para ouvir o que estava escrito.

/ leitura 1

ONDE O MUNDO ESTÁ — E ONDE VOCÊ VAI ESTAR

A conversa pública sobre IA dá a impressão de que todo mundo já está usando tudo. Os números dizem outra coisa e é essa distância que queremos cobrir nessa trilha.

A adoção explodiu. Em abril de 2026 havia 2,42 bilhões de usuários ativos mensais de plataformas de IA generativa: 29,2% da população mundial e cerca de 40% de quem tem internet. Em doze meses o número mais que dobrou — crescimento de 141%.

O hábito, não. O uso semanal chegou a 34% dos adultos em seis mercados pesquisados — era 18% em 2024. Mas o uso diário segue raro: 7% nos Estados Unidos, 2% no Reino Unido e na França, 1% no Japão.

Quase todo mundo já experimentou. Quase ninguém trabalha com isso. A distância que importa não é entre quem usa e quem não usa — é entre usar de vez em quando e usar como ferramenta de trabalho.

no mundo · abril de 2026

Pessoas no mundo

8,3 bi

Usam IA generativa
ao menos uma vez por mês

29,2% · 2,42 bi

entre adultos de seis mercados · 2026

Usam toda semana

34%

Usam todo dia
ChatGPT, nos EUA — o país com o maior índice

7%
E no Claude, especificamente: tarefas de computação e matemática são 35% das conversas no Claude.ai“coding remains the most common use on our platforms”. ⚠︎ Esse 35% é de conversas no Claude, não de pessoas no mundo: denominador diferente dos gráficos acima, e é por isso que está fora deles. O recado somado é que, no grupo em que você está entrando, construir não é exceção — é o uso principal.

Fontes. Adoção e volume: DataReportal / Kepios, Digital 2026 Mid-Year Global Update Report, abril de 2026 — o próprio relatório alerta que 2,42 bi são usuários, não pessoas, porque há sobreposição entre plataformas. Frequência de uso: Reuters Institute, Digital News Report 2026, seis mercados. Uso no Claude: Anthropic Economic Index, relatório de março de 2026, amostra de 5 a 12 de fevereiro de 2026.

/ leitura 2

MARKDOWN · A SINTAXE MÍNIMA

Markdown é texto com marcação simples. Tu vai ouvir falar disso o tempo todo por aqui. Com esse formato, o Claude devolve resposta organizada, e é como você escreve os arquivos que ele lê. Dez minutos aqui economizam horas (e muito token) depois.

Você escreveSai como
# TítuloTítulo grande
## SubtítuloUm nível abaixo
**negrito**negrito
*itálico*itálico
- itemlista com marcador
1. itemlista numerada
[texto](url)link
`código`código
> citaçãobloco recuado
| a | b |tabela

Por que isso muda o resultado. Quando você pede “me devolva em markdown, com subtítulos e uma tabela comparando as opções”, você não está pedindo enfeite — está dizendo ao modelo qual forma a resposta tem. E forma pedida é forma entregue.

Vale o contrário também: briefing colado como parede de texto rende resposta de parede de texto. Briefing com subtítulo por assunto rende resposta organizada por assunto.

Dica que economiza tempo real: peça a resposta em markdown e cole no Google Docs. Título, lista e negrito chegam formatados.

UM EXEMPLO CURTO

O mesmo texto, dos dois lados. À esquerda o que você digita; à direita o que aparece. Nada além do que está na tabela acima.

você digita isto

## Briefing · Cliente X **Objetivo:** subir consideração entre 25 e 34 anos. O que já está definido: - verba aprovada - praça: São Paulo O que falta: 1. prazo de veiculação 2. peças obrigatórias > "Queremos algo diferente do ano passado." Confira o `01-plano.md` antes de responder.

e chega assim

Briefing · Cliente X

Objetivo: subir consideração entre 25 e 34 anos.

O que já está definido:

  • verba aprovada
  • praça: São Paulo

O que falta:

  1. prazo de veiculação
  2. peças obrigatórias

"Queremos algo diferente do ano passado."

Confira o 01-plano.md antes de responder.

M0 · parte C · leitura prévia fim do M0 · confirme no canal
M1 · ask

/ módulo 1 · ao vivo · 90 min

ENTENDER
E PEDIR

O encontro que faz a diferença entre “usei IA e não gostei do resultado” e “usei IA e economizei a manhã”. Sai daqui com um Project montado e o seu primeiro Artifact publicado.

10 minAbertura · o contrato da trilha · os três modos: chat, Cowork, code
10 minComo uma LLM funciona — um conceito por minuto · onde o mundo está · como a DZ quer usar IA
7 minModelos e esforço — qual usar para quê
15 minProjects · você monta o de um cliente seu
10 minSkills · o que é, e rodar PlanBot ou JamBot
20 minPrompts · como pedir, como melhorar, como revisar
6 minTokens e markdown na prática
7 minPublica: o seu primeiro Artifact
5 minFechamento e tarefa até o M2

/ M1 · resgate

COMO A DZ QUER USAR IA

Isso já foi dito no all-hands e não muda aqui. Vale o resgate porque agora você tem uma ferramenta que faz muito mais — e a régua continua a mesma.

regra 01

Revisão humana sempre

A IA é facilitadora, nunca a autora final. Nada sai daqui sem alguém ter lido e assumido.

regra 02

Na dúvida, não sobe

Dado de cliente, material estratégico e informação confidencial só no stack homologado. Em dúvida, pergunte antes.

regra 03

Transparência com o cliente

Quando o uso for relevante — imagem, áudio, vídeo que vá a público, análise que influencie decisão crítica.

E o posicionamento, que é o que sustenta tudo: “digital que robô não faz”. O robô assume o repetitivo; a gente fica com estratégia, curadoria e responsabilidade. Esta trilha não é sobre entregar mais rápido — é sobre devolver horas para o trabalho que só pessoa faz.

Uma diferença que o Claude Code introduz. Até aqui você colava texto num chat. Agora a ferramenta abre a sua pasta e roda comando na sua máquina. A regra 02 fica mais concreta: antes de apontar o Claude para uma pasta de cliente, olhe o que tem dentro. Isso é exercício do M2, e é para valer.
M1 · resgatepolítica v1.1

/ M1 · escolha

MODELOS E ESFORÇO

Duas alavancas, e a maioria das pessoas nunca toca em nenhuma das duas. Mexer nelas é a diferença entre esperar dois minutos por uma resposta que precisava de dois segundos, e receber resposta rasa numa pergunta que merecia pensamento.

A ESCADA DOS MODELOS

ModeloFeito paraUse quando
Haiku 4.5 Rápido e barato, alto volume Tarefa mecânica e repetitiva: classificar, extrair, reformatar uma lista grande.
Sonnet 5 Equilíbrio entre velocidade e capacidade O dia a dia. Redação, análise, organização de material. Comece aqui.
Opus 5 Alta capacidade Problema que exige raciocínio longo: estratégia, código não trivial, análise com muitas variáveis.
Fable 5 A fronteira Quando o Opus não deu conta e o problema vale o tempo extra.

O ESFORÇO

Além de qual modelo, existe quanto ele pensa antes de responder. Esforço baixo responde rápido e direto; esforço alto pensa mais, demora mais e acerta mais em problema difícil.

A regra prática: esforço alto para decidir, esforço baixo para executar. Escolher o caminho de uma campanha merece esforço. Reescrever trinta títulos seguindo um padrão já definido, não.

⟨CONFERIR ANTES DO M1⟩ — o nome e o lugar exato deste controle são diferentes no claude.ai e no Claude Code, e a interface muda. Abrir os dois na véspera, conferir como aparece hoje, e escrever aqui o caminho de cliques. Não ensinar caminho de menu de memória.
  • Comece em Sonnet 5, esforço médio. É certo em quase tudo.
  • Subiu de modelo e não melhorou? O problema é o prompt, não o modelo.
  • Não use o modelo mais forte “por segurança”. Custa tempo seu e token da casa.
M1 · modelos e esforço7 min

/ M1 · hands-on

PROJECTS

A pesquisa interna apontou consistência como a maior lacuna: cada pessoa na sua própria instância, recolando o mesmo contexto toda semana, tendo resposta diferente para pergunta parecida. Project é a resposta técnica direta a isso. Um lugar onde o contexto do cliente mora, e toda conversa começa já informada.

1

Crie um Project por cliente, não por tarefa

A tentação é criar “Project campanha de setembro”. Erro: o contexto que se repete é o do cliente, não o da entrega. Um Project por cliente, muitas conversas dentro.

2

Coloque o que você explicaria a alguém no primeiro dia

Quem é a marca, o que ela vende, para quem, o tom, o que ela nunca faz, quem decide. Se você escreveria num onboarding, vai aqui.

  • Guia de marca, tom de voz, restrições
  • Briefings antigos e o que deu certo
  • Vocabulário do cliente — como ele chama as coisas
  • Nada de dado pessoal, contrato, senha ou informação confidencial. Vale a regra 02.
3

Escreva a instrução do Project

É a parte que quase ninguém preenche e é a que mais muda o resultado. Diga quem o Claude é dentro deste Project e o que ele nunca deve fazer. Ponto de partida para copiar e ajustar:

Você trabalha na dz estúdio, na conta ⟨CLIENTE⟩. Responda sempre em pt-BR, no tom da marca descrito nos arquivos. Sempre: - consulte os arquivos deste Project antes de responder - diga quando falta informação, em vez de preencher a lacuna - proponha alternativas em vez de uma resposta única Nunca: - invente dado, número, data ou nome próprio - use jargão de agência quando a palavra simples serve
4

Teste com uma pergunta que você já sabe responder

É a única forma honesta de avaliar. Pergunte algo cuja resposta certa você conhece. Se ele acertar, o contexto está bom. Se errar, falta arquivo — não falta modelo melhor.

O Project é vivo. Toda vez que você se pegar explicando a mesma coisa de novo numa conversa, essa coisa deveria estar no Project. É o hábito que separa quem tem um Project de quem tem uma pasta.
M1 · Projects15 min · hands-on
M1 · como pedir

/ M1 · o coração do encontro

TODO PEDIDO BOM
TEM AS MESMAS
QUATRO PARTES.

parte 01

Papel

“Aja como um atendimento sênior de agência.” Não “você é um assistente” — o papel muda o vocabulário da resposta inteira.

parte 02

Contexto

O material de verdade. O briefing, o documento, a conversa. Sem isso ele responde sobre marca genérica.

parte 03

Tarefa e formato

O que você quer, e em que forma. Itens numerados, tabela, bullets curtos. Forma pedida é forma entregue.

parte 04

Restrição

“Não invente informação.” É a parte que quase ninguém escreve e a que mais melhora o resultado.

E uma quinta, que é sua: a primeira resposta não é a resposta.

Responder “está genérico, me dá três versões mais específicas” custa dez segundos e vale mais que reescrever o prompt do zero.

/ M1 · hands-on

PEDIR, MELHORAR, REVISAR

O EXEMPLO COM AS QUATRO PARTES

Este prompt já foi testado na casa. Leia procurando as quatro partes — elas estão todas ali.

Este é um briefing de cliente que chegou incompleto. Aja como um atendimento sênior de agência e me devolva: 1. O que está claro no briefing (bullets curtos) 2. O que está faltando para a criação conseguir trabalhar 3. As perguntas que eu preciso mandar para o cliente — escritas do jeito que eu mandaria, não como lista interna 4. Riscos que eu deveria levantar agora e não daqui a duas semanas Não invente informação que não está no texto. Onde faltar dado, diga que falta.

QUATRO MOVIMENTOS PARA MELHORAR UMA RESPOSTA RUIM

1

Diga o que está errado, não peça de novo

“Está genérico” já ajuda. “Está genérico porque não menciona o público B2B” resolve.

2

Peça variação, não correção

“Me dá três versões: uma mais direta, uma mais provocativa, uma mais institucional.” Escolher é mais rápido que consertar.

3

Dê um exemplo do que é bom

Cole um texto antigo que funcionou e diga “nesse tom”. Vale mais que três parágrafos descrevendo o tom.

4

Mande ele perguntar antes de fazer

“Antes de responder, me faça as perguntas que faltam.” Muda o jogo em briefing incompleto.

REVISAR O PRÓPRIO PROMPT

Antes de culpar a ferramenta, passe o seu pedido por estas perguntas. Na maioria das vezes o problema aparece na primeira.

  • Dei contexto ou supus que ele adivinha?
  • Disse em que forma eu quero a resposta?
  • Escrevi alguma restrição?
  • Pedi uma coisa, ou empilhei cinco no mesmo pedido?
  • Um colega novo entenderia esse pedido sem me perguntar nada?
Atalho de verdade: peça para o Claude revisar o seu prompt. “Este é o pedido que eu ia mandar. O que está ambíguo? O que falta para você responder bem?” Ele responde muito bem sobre si mesmo.
M1 · prompts20 min · hands-on

/ M1 · economia da conversa

TOKENS

Token é o pedaço em que o texto é cortado para o modelo ler — mais ou menos uma palavra curta, ou parte de uma longa. Tudo é medido nisso: o que você manda, o que ele responde, e tudo que já foi dito na conversa.

É esse último ponto que pega as pessoas. Cada nova mensagem relê a conversa inteira. Numa conversa muito longa, você paga o histórico de novo a cada pergunta — e o modelo começa a perder o fio, porque o que importa ficou soterrado.

O sintoma: a conversa que ia bem começa a dar resposta pior, mais lenta, repetindo coisa já resolvida. Não é a ferramenta cansando. É contexto cheio.

COMO GASTAR MENOS E ACERTAR MAIS

  • Assunto novo, conversa nova. É o hábito de maior impacto, e o mais fácil.
  • Contexto que se repete vai para o Project, não para dentro de cada conversa.
  • Mande o trecho, não o documento. Anexar 40 páginas para perguntar sobre uma tabela é desperdício e piora a resposta.
  • Peça a saída do tamanho que você quer. “Em até 5 bullets” gasta menos e serve mais que três parágrafos que você não vai ler.
  • No Claude Code, quando a sessão ficar longa: /compact resume o histórico e libera espaço.
  • Não peça “resuma nossa conversa” a cada dez mensagens só por higiene. Isso também gasta.
Isto não é sovinice. É a diferença entre uma conta que a casa sustenta para nove pessoas e uma que ela não sustenta para trinta.
M1 · tokens e markdown8 min

/ M1 · ▸ publica

O SEU PRIMEIRO ARTIFACT

Todo encontro desta trilha termina com algo publicado. Hoje é o mais simples: um Artifact — uma página que o Claude constrói e hospeda, com endereço próprio, que você pode mandar para alguém.

Não é exercício de enfeite. É a primeira vez que você sai de “o Claude me respondeu” para “o Claude me entregou uma coisa que existe” — e é o degrau que leva ao M2 e ao M3.

1

Escolha algo pequeno e seu

Um resumo de briefing, um comparativo de três caminhos criativos, um cronograma. Coisa que você faria hoje no Docs.

2

Peça como página, não como texto

A diferença está em pedir o formato. Ponto de partida:

Transforme isto numa página que eu possa mandar por link para o time. Uma página só, hierarquia clara, sem enfeite. Use os cores da dz estúdio: verde #0A3D26, creme #EDE8D5, preto #111111. Tipografia sem serifa, sem cantos arredondados.
3

Peça um ajuste, e depois outro

É aqui que a quinta parte do pedido vira hábito: a primeira versão não é a versão. “Aumenta o contraste do título”, “põe as três opções lado a lado”. Você está editando, não recomeçando.

4

Publique e mande o link no canal da turma

Fechar o ciclo em público é metade do valor: a turma vê o que é possível, e você tem prova de que funcionou.

Antes de publicar, olhe o que está na página. Artifact publicado tem endereço na internet. Vale a regra 02: nada de dado de cliente, número confidencial ou nome que não deveria circular. Se for material real, anonimize primeiro — e diga em voz alta que anonimizou.
M1 · ▸ publica7 min
M2 · do

/ módulo 2 · ao vivo · 90 min

CLAUDE CODE
E O PACOTE DZ

O encontro em que o Claude passa a mexer nos seus arquivos. O bloco central são as três formas de instalar coisa no Claude — instaladas ao vivo, por você — emparelhadas com a pergunta que ninguém faz na hora certa: dá para confiar nisso?

7 minCowork, passagem rápida — o que é, quando serve, por que não é o foco
10 minClaude Code · onde roda, primeira tarefa numa pasta de verdade
25 minInstalar e confiar · as três mecânicas + o pacote comum DZ + como julgar uma fonte
18 minConectores e MCPs · Drive, Gmail, Agenda e ClickUp
13 minRotinas e artefatos · automatizar a tarefa chata da semana
7 minPublica: a rotina ou o artefato do dia
10 minFechamento · o que ficou instalado e onde consultar
Conteúdo em produção material real, anonimizado
M3 · build

/ módulo 3 · ao vivo · 90 min

MATERIAIS,
SPEC E CRIAR

O encontro em que você para de usar o que existe e passa a fazer. Sai daqui com uma skill própria e uma coisa no ar.

10 minOs materiais · os arquivos de contexto que você escreve para o Claude ler — CLAUDE.md, especificação, PRD
15 minVibecoding × spec driven design · quando cada um serve, e por que o segundo escala
12 minSkills avançadas · o que separa uma que funciona de uma que só parece funcionar
20 minCriar uma skill · a do seu próprio método
15 minCriar um conector
13 minPublica: gh auth login — a autenticação do GitHub na máquina, feita aqui, junto, na primeira vez que ela é necessária · GitHub → Vercel · Supabase quando precisa guardar dado
5 minFechamento · o que se espera daqui em diante, e como vai ser o acompanhamento
Conteúdo em produção

/ para consultar depois

REFERÊNCIA

A sala é para fazer; esta parte é para consultar. Tudo que você não precisa decorar mora aqui.

O pacote comum DZ

A lista completa de skills, o que cada uma faz, e o passo a passo das três formas de instalar — Mac e Windows lado a lado.

em produção

Checklist de confiança

Como julgar uma skill, um MCP ou um conector antes de ligar. Vem do bloco central do M2.

em produção

Modelos e esforço

A escada dos modelos e o caminho de cliques do controle de esforço, nas duas superfícies.

a confirmar na interface

Markdown

A tabela da sintaxe mínima. Já está escrita, no M0 · parte B.

pronto

Publicar

GitHub → Vercel, e quando entra Supabase. Mais as duas fases: conta pessoal para experimentar, MDM e hub quando a ferramenta é aprovada.

em produção

Política de uso de IA

As três regras, os níveis de risco e o PDF da v1.1 completa.

a linkar

dz estúdio · trilha claude · momento 2